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Política Quarta-feira, 19 de Julho de 2023, 07:58 - A | A

Quarta-feira, 19 de Julho de 2023, 07h:58 - A | A

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CPI aponta envolvimento do ex-diretor da PRF em atos preparatórios do 8 de janeiro

A CPMI afirmou que chegou a considerar a possibilidade de prender Vasques por falso testemunho

Carlos Oliveira/Fatos de Brasília

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) dos atos golpistas de 8 de janeiro apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF) indícios de envolvimento do ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Silvinei Vasques, em atividades preparatórias para os referidos atos. A CPMI afirmou que chegou a considerar a possibilidade de prender Vasques por falso testemunho.

A defesa de Vasques contestou a quebra de sigilo telefônico e bancário solicitada pela CPMI, alegando falta de conexão com os eventos em questão. Porém, a CPMI sustentou a necessidade da quebra de sigilo para uma investigação mais aprofundada. Segundo a comissão, após o depoimento de Vasques, surgiram indícios de sua participação em atividades preparatórias antes do 8 de janeiro.

Além disso, a CPMI está investigando a conduta de Vasques no comando da PRF durante o segundo turno das eleições de 2022, especialmente em relação às operações realizadas nas regiões Norte e Nordeste para verificar o deslocamento de eleitores, bem como a atuação da corporação na desobstrução de rodovias após o anúncio do resultado do pleito.

A defesa de Vasques argumenta que sua convocação como testemunha foi ilegal, não tendo relação com os atos de 8 de janeiro. Os advogados consideram a quebra de sigilo uma violação da Constituição e uma violência à imagem e privacidade do ex-diretor.

A CPMI, por sua vez, defende que a quebra de sigilo é essencial para uma investigação completa dos fatos. A comissão afirma que é necessário examinar tanto os eventos ocorridos em 8 de janeiro quanto seus antecedentes e consequências, a fim de compreender melhor sua dinâmica, responsabilizar os envolvidos e fortalecer a democracia brasileira.

Silvinei Vasques ocupou o cargo de diretor-geral da PRF durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro e está sendo investigado por supostamente ter organizado operações rodoviárias no segundo turno das eleições de 2022 para dificultar a chegada de eleitores do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, principalmente no Nordeste, às seções eleitorais.

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