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Geral Terça-feira, 25 de Julho de 2023, 15:54 - A | A

Terça-feira, 25 de Julho de 2023, 15h:54 - A | A

PF e MP

Me impressiona, mas não me intimida, diz Flávio Dino aos críticos do avanço nas investigações do caso Marielle

Porém, as investigações ainda faltam responder “quem matou Marielle Franco” e “por qual motivo”

Adriana Assunção/VGN

O ministro da Justiça, Flávio Dino (PSB) manifestou em sua conta no Twitter nesta terça-feira (25.07) sobre as críticas ao avanço das investigações do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. Após cinco anos do crime, que aconteceu em 14 de março de 2018, uma delação premiada do ex-policial militar Élcio de Queiroz, permitiu andamento nas investigações. 

“Me impressiona a quantidade de gente incomodada com o avanço das investigações do caso Marielle. Me impressiona, mas não me intimida nem desmotiva. Vi de tudo nas últimas 24 horas: disparates jurídicos proferidos por incompetentes; comentários grosseiros na TV; campanhas de desinformação via internet; reclamação pela presença da Polícia Federal nas investigações. Sabem o que mudou no nosso caminho de luta? NADA”, escreveu Flávio Dino.

O ex-policial militar Élcio de Queiroz delatou a Polícia Federal e ao Ministério Público do Rio de Janeiro detalhes sobre o atentado contra Marielle e o motorista Anderson. Porém, as investigações ainda faltam responder “quem matou Marielle Franco” e “por qual motivo”.

A expectativa é que novas delações devem ser fechadas após a prisão do ex-bombeiro Maxwell Simões Corrêa, o Suel, na Operação Élpis na operação da Polícia Federal e do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) nessa segunda-feira (24). Também foram alvos da operação: Denis Lessa, irmão de Ronnie Lessa; Edilson Barbosa dos santos, conhecido como Orelha; João Paulo Vianna dos Santos Soares, conhecido como Gato do Mato; Alessandra da Silva Farizote; Maurício da Conceição dos Santos Júnior, o Mauricinho; Jomar Duarte Bittencourt Junior, o Jomarzinho.

Ao Globo News, Flávio Dino afirmou após a operação buscou preservar a isenção ao garantir que mão há interferência política na investigação. Além disso, entre as declarações, disse que informou a ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, irmã de Marielle, que lhe causou imensa emoção. “É uma tragédia, então as lágrimas da Anielle é obvio que elas têm um impacto sobre mim, claro, e sobre a sociedade.”

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