24 de Junho de 2024.

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Senado Sábado, 03 de Junho de 2023, 22:12 - A | A

Sábado, 03 de Junho de 2023, 22h:12 - A | A

POLÍTICA

Rodrigo Pacheco: Uma trajetória marcada pela advocacia e política

A ascensão de Rodrigo Pacheco culminou com sua eleição para à Presidência do Senado em 2021

Edina Araújo/VGN

Nascido em Porto Velho, Rondônia, em 1976, Rodrigo Pacheco iniciou sua formação acadêmica no curso de Direito na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Em 2008, filiou-se ao Democratas e começou a trilhar sua jornada política. Foi eleito em 2014, deputado federal por Minas Gerais, conquistando um mandato de quatro anos.

Em 2018, Pacheco resolveu ampliar sua atuação política e se candidatou ao Senado Federal. Com uma campanha bem-sucedida, obteve uma expressiva votação e assumiu o cargo de senador por Minas Gerais. Seu desempenho e sua capacidade de articulação chamaram a atenção dos colegas de parlamento, o que o levou a ocupar posições de destaque, como a Presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado.

Rodrigo Pacheco se filiou em outubro de 2021 ao PSD, partido do ex-ministro e ex-prefeito de São Paulo Gilberto Kassab. Até então, Pacheco era filiado ao DEM, legenda que decidiu se fundir com o PSL, partido pelo qual o ex-presidente Jair Bolsonaro foi eleito em 2018.

A ascensão de Rodrigo Pacheco culminou com sua eleição para à Presidência do Senado em 2021, um posto de extrema importância e visibilidade na política brasileira. Sua atuação à frente da Casa Legislativa tem sido marcada por uma postura conciliadora e pela defesa da independência entre os poderes, buscando promover o diálogo e o consenso em meio aos desafios enfrentados pelo país. A trajetória de Pacheco é uma mescla de experiência na advocacia e habilidades políticas.

Em uma movimentação política surpreendente, o nome de Rodrigo Pacheco tem sido cogitado como possível candidato à vaga no Supremo Tribunal Federal (STF). A indicação tem despertado grande interesse e levantado questionamentos sobre uma possível nomeação para a mais alta corte do país.

Portanto, é difícil prever com precisão as reais possibilidades do presidente do Senado ser nomeado para o STF. Sua indicação representa uma surpresa no cenário político atual, e ainda há um longo caminho a ser percorrido até que essa possibilidade se concretize.

Cabe aguardar os desdobramentos dessa indicação, observando as reações políticas, as análises jurídicas e os posicionamentos dos principais atores envolvidos nesse processo. Somente assim, será possível compreender as reais chances de Pacheco ocupar uma cadeira no Supremo Tribunal Federal.

75 anos idade limite na Suprema Corte - O ministro Ricardo Lewandowski completou em 11 de maio, 75 anos, e se nada mudar, o advogado Cristiano Zanin irá assumir a vaga dele. Zanin é o escolhido do presidente Lula para substituí-lo. Rosa Weber, atual presidente da Corte completa 75 anos em outubro, e abrirá mais uma vaga, que poderá ser de Rodrigo Pacheco.

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